sábado, 29 de outubro de 2016

Os 10 Mais de Esdras Bailone




Em meu último texto de outubro, pensei em fazer algo diferente. Pelo fato de ser o mês de aniversário do nosso Barba Feita (2 anos completados, com corpinho de 2 meses), tive a ideia de selecionar meus 10 textos preferidos, publicados aqui e escritos por mim mesmo. Sim, porque um pouco de egocentrismo, de vez em quando, não faz tanto mal assim. Meus colegas queridos, Leandro (segundas), Glauco (terças), Paulo Henrique (quartas), Silvestre (quintas), Marcos (sextas) e os convidados especiais (domingos), são todos ótimos, cada um com seu estilo próprio de escolher os assuntos e desenvolvê-los, mas hoje vou puxar sardinha pro meu lado mesmo.

Sou o maior crítico de mim mesmo, dificilmente acho que algo que escrevi é bom o suficiente. Sinto que ainda não amadureci minha escrita da forma que gostaria. Tenho um espaço para exercitar a atividade que mais gosto na vida, toda a semana aqui, com a chance de ser lido por um considerável número de leitores, e não raro me frustro, achando que não o aproveito da melhor maneira possível. Desta forma, não foi tarefa das mais fáceis escolher 10 crônicas ou contos, que valessem a pena ler de novo ou, pior ainda, onde apresentasse minha escrita pela primeira vez, correndo o risco de conquistar um leitor fiel ou afugentá-lo pra sempre.

Sério, isso não é falsa modéstia, é a mais pura verdade. O primeiro leitor que preciso agradar sou eu mesmo, e quando isso acontece é maravilhoso, me sinto bem, seguro e com a sensação de dever cumprido. Consegui essa proeza algumas vezes aqui, mas quase diminuí para cinco esse TOP. Mas resolvi ser menos duro comigo mesmo e olhar meus textos com mais condescendência. Então fiz uma lista aleatória à audiência, não me baseei em números de acessos, esta não é a lista dos meus textos mais lidos durante esses dois anos e quase 100 colunas escritas (está entre 95 e 97, me perdi nas duas vezes que contei), mas sim das resenhas que mais gostei de fazer e as quais gostaria que tivessem uma nova chance de serem lidas, para celebrar esse aniversário e não deixar esquecido um acervo que já é tão vasto.

Meu primeiro texto para o Barba Feita, que teve seu lançamento no dia 05 de outubro de 2014, foi no sábado, 11, daquela mesma semana, que estreei com este texto:
Já meu texto de sábado passado, publicado no dia 22, foi este aqui: 
Nenhum dos dois está entre os meus 10 mais, mas se rolar aquela curiosidade, vá fundo, ambos valem a sua leitura.

Então vamos às indicações. Antes, porém, é interessante informar que tento ser o mais eclético possível, falando de assuntos diversos, mas sempre com aquele olhar peculiar de um gay fabuloso. Dessa maneira dissertei lá em 08 de novembro de 2014, sobre o absurdo e nojento preconceito pelos nordestinos, nesse texto: 
Farto de tanta hipocrisia religiosa, também soltei a letra em 21 de fevereiro de 2015, nesse texto: 
Após ouvir uma canção de Alicia Keys, que ia na contramão de seu anterior hit, Girl On Fire, que bombou nas pistas de dança de baladas LGBT, cheguei a uma análise interessante, neste texto de 04 de abril de 2015: 
Me sentindo meio ranzinza e, após ser descrito por um certo colunista das segundas como uma "senhorinha afetada", tentei me defender e justificar, em coluna do dia 02 de maio de 2015, com este texto: 
Revoltado com as diversas manifestações de homofobia veiculadas pela mídia, em razão das personagens de Fernanda Montenegro e Nathália Timberg, na novela Babilônia, desabafei com gosto neste texto escrito em 16 de maio de 2015: 
Cheio de nostalgia e ternura, em 20 de junho de 2015, fiz uma homenagem aos anos 1990 e minha doce adolescência, aqui: 
Enlevado de puro encantamento após assistir ao espetáculo Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz - O Musical, escrevi em 04 de julho de 2015, este texto: 
Em 09 de julho de 2016, botei pra fora meu lado contista e escrevi uma das histórias mais sórdidas e surpreendentes que já saiu dessa minha cabecinha. O menino Erick abalou as estruturas de muita gente. Que tal conhecê-lo melhor você também? Aqui: 
Após assistir deleitado a curta série, de apenas cinco episódios, Doctor Foster, precisei dissertar sobre ela e seus efeitos em mim, num dos textos que mais gostei de escrever, publicado em 23 de julho de 2016. Confira: 
E encerrando esse meu Top 10, um texto recente que atingiu poucos leitores, mas eu o escrevi com muita gana, esperando maior repercussão. É sobre essa guerra em que se transformou as opiniões políticas e o quanto ela é estúpida e inútil. Permita-se a leitura publicada na coluna do dia 15 de outubro e ainda fresquinha: 
É isso aí, pessoal, espero que tenham gostado da ideia de um revival dos meus textos, que são publicados todos os sábados por aqui.. E continuem com a gente por mais dois, três ou quantos anos vierem.

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Leandro Faria  
Esdras Bailone, nosso colunista oficial do Barba Feita aos sábados, é leonino, romântico, sonhador, estudante de letras, gaúcho de São Paulo, apaixonado-louco pelas artes e pelas gentes.
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