terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Eu Ganhei um Pedaço de Meteoro!





Gente, como é que ceis estão? Eita, esse começo me lembrou que eu tenho que retornar com a #VergonhaAlheia, a minha coluna lá no Pop de Botequim (nota do editor: tem mesmo!!!) ... ENFIM, tudo beleza?! Hoje eu vim contar algo muito bacana que me aconteceu semana passada: eu ganhei um pedaço de meteoro! É mole?! (tá, tá bem, não éééééé um pedaço de meteoro de verdade, mas não vamos quebrar o encanto, ok?!).

Liliana é uma pessoa super bacana que trabalha com Rafael. Liliana é casada e, junto com seu marido, concebeu uma linda garotinha que vai fazer cinco anos,  ahn, não sei ao certo, mas sei que é esse ano. A garotinha é super, mas super inteligente, que fala inglês e português, e que eu ainda não conheci, apenas Rafael. Fã de conchas e coisas do gênero, ela guarda todas em uma bolsa especificamente para rochas.

Dia desses fomos comer uns belisquetes com Liliana, mas sem a filha, porque, bem, não é da nossa conta porque ela não foi, mas não foi. PORÉM, ela nos mandou amuletos da sorte, um pra cada um. Pra Rafael foi uma concha da sorte, e pra mim... UM PEDAÇO DE METEORO!!! Segundo Liliana, ela perguntou "Minha filha, a concha é pra quem?", e ela "Pro Rafael.". "E o meteoro?", ao que ela, muito esperta, respondeu como se a resposta fosse muito óbvia: "Pro Glauco, né, mãe?!". Tipo... NÉ, MÃE?! A filha de Liliana nunca me viu, não faz a menor ideia de quem eu sou, e me deu um amuleto da sorte. E é claro que eu AMEI, e assim que der, vou mandar amarrar num cordão de couro pra usar no pescoço, de preferência antes de eu conhecê-la, pra que quando ela me ver, veja também o amuleto que me deu (isso se lembrar, né, porque vai que ela esquece? Se bem que... ah, não sei, estou divagando), porque gente, eu nunca tinha ganhado nada assim, ainda mais de alguém que nem nunca me viu e nem eu nunca vi, e como eu ainda tenho meu lado sentimental, imaginem como eu me senti privilegiado. 

Independente das minhas crenças, eu me senti muito abençoado por esse pequeno gesto, sabem? Meu amuleto tá guardadinho ao lado do de Rafael, e toda vez que abro a porta, olho pra ele e fico pensando nesse gesto. Pensa bem, se formos parar pra pensar, a jovenzinha nos deixa aqui uma lição importante sobre amor ao próximo, e sobre o que Inês Brasil martelou na nossa cabeça por um bom tempo: "Fazer o bem sem olhar a quem, porque nós somos o mundo, graças a Deus e amém.", afinal de contas, pra que dar um amuleto da sorte pra quem ela nem conhece? Mal não faz, não é mesmo? 

Então, se ela foi capaz de querer me dar um pouco de sorte, sem ao menos saber como eu pareço, que mal tem em ajudar quem a gente conhece? Qual o problema em parar pra ouvir o que o outro amiguinho, ou amiguinha, tem a dizer? Muitas vezes, ao ajudar alguém, independente de como for, a gente acaba encontrando respostas pra questões que não conseguimos resolver e, às vezes, nem tem resposta, mas dá um alívio quando você ajuda quem precisava de ajuda, quem estava logo ali ao seu lado, seja na sua família, ou do seu círculo de amizades, enfim...

E então, você vai ser o amuleto da sorte de quem?

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Leandro Faria  
Glauco Damasceno, do interior do RJ, aparece por aqui toda terça-feira, munido de sarcasmo, mau humor, ironia, café, vinho e cerveja, afinal, ninguém é de ferro. Gosta de passeios na praia e de assistir o pôr-do-sol, enquanto espera Olivia Pope aparecer e recrutá-lo para ser um Gladiador de Terno. Fala umas coisas bonitinhas de vez em quando, mas só de vez em quando!
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