quinta-feira, 2 de março de 2017

Já Chegamos em Março, e Aí?





Pois é, chegamos ao terceiro mês do ano. Ao mesmo tempo que tenho a sensação que o ano já está voando, parece que cada dia está caminhando um pouco lento. Como um bom libriano que sou, estou em uma contradição interna. Mas independente de qualquer coisa, é fato consumado que março chegou. 

Até agora, metade dos meus planos para 2017 já foram ajustados para minha atual realidade. Falarei sobre ela futuramente em um texto bem especial. Mas o que importa aqui, neste texto, é a gente refletir sobre como as coisas estão indo até o momento. Fevereiro foi aquele mês que passou batido. Quando a gente percebeu, ele já foi embora. Carnaval até tem sua parcela de culpa, mas não foi só isso. O que são 28 dias? Eles passam voando. É basicamente como se fosse um ônibus que você dá um sinal e ele não para no ponto. 

Assumo que uma parte bem significativa de mim já está refletindo sobre o fim deste mês. Estou focado lá em abril, mais uma vez por motivos pessoais, sabe como é. Mas antes do próximo mês chegar, temos uns 29 dias pela frente. Mas se 28 passaram voando, 29 nem cócegas vão fazer, assim tenho esperanças. Mas acredito que não será bem assim. A realidade é que acabamos de sair de uma semana de pausa. O pré-carnaval ajudou a quebrar um pouco as coisas. Deixou a rotina menos séria e totalmente chata. Agora, pelo caminho, são 20 e tantos dias de seriedade pura. Uma bela de uma pausa, um feriadinho que seja? Agora só lá em abril. 

Ao mesmo tempo que pensar sobre isso me da uma sensação de cansaço e completo desgaste, além de uma distância absurda, também penso que em algum momento o novo mês, inevitavelmente, vai chegar. Março não vai durar para sempre, nem pode. Ainda bem. Tenho livros para ler, séries para tentar colocar em dia e sono para deixar de perder. Mas isso, ah, isso eu falo sobre o texto lá em Abril.

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Leandro Faria  
Silvestre Mendes, o nosso colunista de quinta-feira no Barba Feita, é carioca e formado em Gestão de Produção em Rádio e TV, além de ser, assumidamente, um ex-romântico. Ou, simplesmente, um novo consciente de que um lance é um lance e de que romance é romance.
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