sábado, 1 de julho de 2017

Aquele Balanço Trimestral





Já estamos em julho. É chegada a hora de mais um balanço trimestral com base nos textos que escrevi aqui, nos últimos três meses. No texto de 01 de abril, intitulado Sobre O Que Escrevi (Vivi e Senti) Nos últimos Três Meses, fiz um resumão do que rolou comigo entre janeiro, fevereiro e março, e posso reafirmar que foram meses bem complicados. Mas como tudo se ajeita com o tempo, as coisas foram melhorando. Mas na semana seguinte, acontecimentos desagradáveis, porém necessários e importantes, me abalaram emocionalmente, e tive que recorrer ao amigo Maurício Rosa para me socorrer com um texto naquela semana, porque eu estava sem condições. Então, no dia 08/04, tivemos a resenha do filme brasileiro com Denise Fraga e Domingos Montagner, De Onde Eu Te Vejo.

Em 15/04, já recuperando as forças e o viço meio perdidos nos três meses anteriores, voltei com o texto Voltando ao Normal. O tesão de escrever, buscar novos temas e ideias para minha coluna semanal, e o prazer de retornar a minha rotina de afazeres culturais, estavam brotando de novo em mim. O texto falava um pouco sobre isso. No sábado, 22/04, fiz uma resenha crítica sobre uma hamburgueria dita LGBT, após criar grande expectativa a respeito do estabelecimento, no texto Já Ouviu Falar na Castro Burger, a Primeira Hamburgueria LGBT de São Paulo?. E, no último sábado do mês, dia 29/04, fiz uma singela homenagem ao cineasta Jonathan Demme, falecido naquela semana, em 26/04. Triste com a morte do responsável por grandes obras como Filadélfia e O Silêncio dos Inocentes, necessitava relembrar sua trajetória cinematográfica. E assim foi com o texto R.I.P Jonathan Demme.

Abri o quinto mês do ano de um jeito bem romântico, com o conto O Amor Devagar, publicado em 06 de maio. Eu andava bem encantado com um reencontro há muito adiado, e a partir dele acabei devaneando daquele jeito que me é bem peculiar. O que seriam dos contos de amor se não fossem os devaneios? No sábado, 13/05, polêmica: ganhei haters com a crônica A Rivalidade Gay no MasterChef Brasil, onde critiquei o comportamento do participante Douglas, com relação ao seu colega, Leonardo. Parece que os fãs do gauchinho loiro não gostaram muito. Pro dia 20/05 republiquei um texto antigo, mas bem sentimental, como estava meu estado de espírito: Aquelas Coisas Todas. Mas, mais sentimental ainda estive com o texto A Eternidade das Canções e a Nossa Finitude, no dia 27/05. Era sobre música e o quanto ela mexe com a gente, não tinha como não ser tocante e um tanto quanto melancólico.

Chegando em junho, embalado pela triste notícia do cancelamento de Sense8, uma das minhas séries favoritas, fiz uma lista das Minhas 10 Séries Favoritas de Todos os Tempos, no dia 03/06. Atarantado com uma nova mudança e sem nenhuma vontade de escrever, pulei o sábado 10/06, e o Barba Feita foi contemplado com um novo texto do Maurício, o delicioso Meu Querido Pinto. Em 17/06, retornei as listas (elas sempre bombam) com as 10 Comédias Românticas Irresistíveis dos Anos 90. Sim, eu andei meio preguiçoso nesse último mês, mas listas sempre são gostosinhas, né? E encerrando o mês dos festejos de São João e mais um trimestre, fiz um mini balanço dos meus seis anos de São Paulo, com a crônica A Síndrome dos Seis Anos, publicada em 24/06. Um pequeno momento de reflexão e questionamentos sobre o real motivo de estar aqui e o por quê das coisas ainda não terem saído como o planejado.

Assim foram os meses de abril, maio e junho no Barba Feita e, pelo andar da carruagem, continuarei com minhas crises existenciais e angústias, que sempre dá para aliviar com um texto ou outro. Enquanto eu estiver escrevendo aqui e você me lendo aí, tudo pode melhorar. Escrever sempre alivia dores emocionais, ser lido então, mais ainda.  

Agora, partiu segundo semestre, mais uma vez o ano voa e sua metade já era. Vamos ver que histórias contarei nos próximos meses e o que me reservam julho, agosto e setembro.

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Leandro Faria  
Esdras Bailone, nosso colunista oficial do Barba Feita aos sábados, é leonino, romântico, sonhador, estudante de letras, gaúcho de São Paulo, apaixonado-louco pelas artes e pelas gentes.
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