quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Dica do Sil: 5 Músicas Para Esquentar o Seu Feriadão (e 2019 Que Se Aproxima)




Se Brasileiro nasceu com um dom, meu querido, com toda certeza foi o de aproveitar enquanto pode.

E, antes que 2018 acabe, vamos usar esse feriadão como um grande presente dos deuses e curtir pra valer. Enquanto a gente puder. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Super Drags: Vale a Pena Assistir?




Vocês já pararam para assistir Super Drags, na Netflix? Se você vive em outro mundo: trata-se da animação brasileira com apenas cinco episódios (curtinhos de menos de meia hora) em que três drag queens heroínas salvam o mundo em seu dia-a-dia. Recheado de "humor gay", o desenho (voltado para maiores de 16 anos, como reiterado por diversas vezes) tem muitos pontos fracos, mas demonstra um valor enorme no quesito representatividade.

Patrick, Donizete e Ralph são amigos que trabalham em uma loja de departamentos mas que, quando o mundo entra em perigo, acionam a "Hora de Montar" e se tornam Lemon, Scarlet e Safira, que vêm para dar "o close certo". Comandadas por Vedete Champagne (dublada pela famosa drag Silvetty Montilla) à distância (estilo As Panteras), elas tem em Goldiva (voz de Pabllo Vittar) seu ícone drag máximo. 

terça-feira, 13 de novembro de 2018

"Toque, Toque!" Abra Aí, Que Novembro Chegou!




Preconceito, falta de informação, ideias equivocadas… Estas são algumas das características do comportamento masculino quando o assunto é saúde, sobretudo quando envolve a próstata. 

O assunto é delicado, todos sabemos. Então, assim como no mês passado, resolvi trazer aqui alguns pontos importantes que norteiam a campanha de conscientização do famoso e temido Novembro Azul. Vamos, dessa vez, fazer em tópicos objetivos que facilitem a dinâmica da leitura e que tragam aos barbados de plantão (vale para os não barbados também, desde que tenham pinto!) a preocupação em cuidar de sua própria saúde, já que uma das características deste mal, assim como de outros cânceres, é justamente o alastre silencioso, e quando descoberto tardiamente, não há “fio-terra” que reverta. Então, vamos lá meninos!

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Entrevista Com Deus: Uma Mensagem Cristã em Embalagem Pop






Como escrever sobre uma história de fé sendo uma pessoa sem... fé? Esse foi o meu maior questionamento quando recebi o convite da Imagem Filmes para a cabine de imprensa do longa Entrevista Com Deus, que chega aos cinemas de todo o Brasil na próxima quinta-feira, dia 15/11. Pensei comigo: "como eu, que não acredito em muita coisa, encararei um filme que, obviamente, fala de crenças e fé?". Mas, com a mente aberta e uma grande dose de boa vontade resolvi encarar o desafio. 

No longa dirigido por Perry Lang, o jornalista Paul Asher, vivido por Brenton Thwaites, retorna aos EUA depois de cobrir a guerra do Afeganistão. Escrevendo sobre religiões para o jornal americano The Herald, enquanto passa por uma crise em seu casamento e tenta lidar com os traumas que presenciou na guerra, Paul recebe um convite estranho e curioso: Deus, vivido pelo ator David Strathairn, oferece uma entrevista para Paul, a ser concedida em três partes, durante três dias consecutivos. Intrigado e descrente, Paul aceita o convite, mas quando finalmente se vê cara a cara com o homem que diz ser Deus, ele acaba mergulhando em uma série de dúvidas sobre si e sobre a humanidade em geral. 

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

"A Arte Existe Porque a Vida Não Basta"





A frase do título da coluna de hoje foi dita por Ferreira Gullar, um dos maiores poetas vivos da atualidade. Gullar foi autor de Poema Sujo, uma das obras mais ousadas da língua portuguesa, escrito em 1976, quando estava exilado em Buenos Aires por motivos políticos. Na época, o Brasil estava sob o regime militar desde o golpe de 1964 e o governo tinha autorização para entrar no país hermano para capturar presos políticos.

Poema Sujo foi concebido ao longo de seis meses, como uma espécie de testemunho final, pois o poeta temia pelo seu futuro devido à repressão que sofria. E é, antes de tudo, um desabafo. Gullar disse certa vez que “o poema era sujo como o povo brasileiro, como a vida do povo brasileiro”.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Shakespeare? Nunca Nem Li...




Nunca li Shakespeare! Ufa... Admitir isso foi bem mais fácil do que pensei. Pode parecer estranho para vocês, mas há dois dias estava martelando em minha cabeça essa minha falta com o dramaturgo inglês.

Vejam bem. O fato de nunca ter lido Shakespeare não significa que não conheço parte substancial de sua obra. A gente acaba aprendendo por osmose sobre uma das maiores “tragédias” de amor já escritas. Romeu e Julieta possui inúmeras adaptações, incluindo a versão teatral com músicas de Marisa Monte, que recomendo muito! Já no cinema, Claire Danes e Leonardo DiCaprio ocupam o posto de Julieta e Romeu da minha adaptação favorita, dirigida por Baz Luhrman e lançada em 1996.

Mas nem só de Montéquios e Capuletos viveu o famoso autor. Em sua lista de personagens icônicos e histórias memoráveis nós temos: Hamlet, Otelo, Macbeth, A Megera Domada, Ricardo III e por aí vai. Por conta de seu vasto trabalho, William contribuiu diretamente (indiretamente também) para o surgimento de incontáveis obras que foram, de alguma maneira, derivadas de seu trabalho original.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

O Pior do Brasil é o Brasileiro




Por anos, ouvimos falar que o “melhor do Brasil é o brasileiro”. Não, nobre leitor. Lamento informar, mas o brasileiro é o que de pior temos em nosso país. Sei que posso estar generalizando, mas nesse momento não tenho como não pensar diferente. Tivemos uma eleição surreal há poucos dias e, o que vimos na sequência, foi ainda mais surreal. Somos uma nação que não se olha no espelho e, por isso, se odeia a si mesma.

Aliás, deixe-me apresentar: não sou titular de nenhum dos dias do Barba Feita. Pedi licença para estar aqui hoje, por enxergar um espaço de defesa da Democracia e dos Direitos Humanos, acima de tudo. Acompanho as diferenças que cada um dos colunistas tem no seu pensamento, mas noto que todos têm a preocupação com o ser humano em primeiro lugar. Diferentemente de muitos brasileiros...

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Outubros...




“...Menino, acorda e vem olhar
O sol não tarda em levantar...
Outros outubros tu verás
E outubros guardam histórias...”

Esse fragmento da música Círios, de Vital Lima, traduz em quatro estrofes 38 outubros da minha vida. Apesar de idolatrar julho, o mês em que nasci (sou muuuuito leonino!), cheguei à conclusão na última semana que os fatos que mais marcaram a minha vida, e divisores de muitas águas, ocorreram nos meses de outubro. Resolvi, então, nesta primeira terça-feira de novembro, fazer um breve retrospecto dessa trajetória.

Era 29 de outubro de 1993, quando, aos meus 13 anos, acordei para viver o pior dia da minha vida. Minha mãe (genitora) acordara por volta das 5 da manhã para passar roupas para o meu irmão mais velho trabalhar quando, sem esperar, começou a sentir fortíssimas dores na cabeça. Em questão de minutos ela estava caída no chão com a língua enrolada, principiando um derrame cerebral. Amigos auxiliaram a levá-la ao hospital, em uma cena que não sai da minha cabeça até hoje. Cerca de 2 horas depois, lembro do vizinho que a levou entrar no quintal da minha antiga casa com um semblante pesado de tristeza. Era o anúncio de sua morte. Minha mãe tinha apenas 43 anos. Vivia uma relação instável com meu pai e por essa razão ela era a provedora de seus quatro filhos. Meu irmão mais novo tinha 6 anos. Resumindo, meu pai desapareceu de vez no dia de sua missa de sétimo dia, e eu e meu irmão passamos pouco mais de uma semana abandonados, inclusive sem comida. Nos últimos dois dias de abandono, nosso jantar era uma “farofa doce”, onde os ingredientes eram os últimos que existiam em nosso armário: óleo velho de frituras anteriores, farinha de mandioca e um resto de açúcar. Dias depois, fui resgatado por minha madrinha, irmã da minha mãe, e hoje a maior referência, para mim, de ser humano.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Kit-Gay: Cinco Livros Imperdíveis Com Histórias Homoafetivas




"Toda vez que dois garotos se beijam, o mundo se abre um pouco mais. Seu mundo. O mundo que deixamos. O mundo que deixamos para vocês. Esse é o poder de um beijo: ele não tem o poder de te matar; mas tem o poder de te trazer à vida." David Levithan, em Dois Garotos Se Beijando
Enquanto imbecis (ainda!!!) falam em kit-gay e baboseiras similares, a gente vai tentando resistir, autodidata como sempre foi. Mas isso não significa que a literatura não tenha nos presenteado com belas histórias em que relacionamentos homoafetivos estão no centro de suas narrativas.

Assim, buscando incentivar e indicar boas leituras, trago hoje uma listinha especial, com livros que tem em suas tramas principais histórias protagonizadas por adolescentes gays se descobrindo e/ou vivendo romances homoafetivos. Afinal, a gente aprendeu desde muito cedo de que pra ser gay não é necessário nenhuma cartilha ou doutrinação (a menos que a sua heterossexualidade seja altamente questionável) e tudo que sempre queremos é nos vermos representados como somos na TV, no cinema e na literatura.

Eis o meu kit-gay para vocês. Inclusive para quem não é gay, nem um completo idiota, mas que aprecia boas histórias universais.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Pizza do Fim-do-Mundo






Ingredientes para a massa:
6 xícaras (chá) de farinha de trigo (cerca de 740 g)
50 gramas de fermento biológico seco (não é o de tabletes. É o fermento que vende em qualquer padaria)
2 colheres de chá de sal
2 ½ xícaras (chá) de leite
1/4 xícara (chá) de azeite

Ingredientes para recheio:
½ kg de muçarela (de preferência já ralada)
Para o molho é tomate, pimentão, cebola e um pouco de molho de tomate

Depois de descascar tudo, misture bem e leve até ao forno para refogar.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Brigadeiro de Panela





Sou chocólatra assumido! E nada melhor do que um belo brigadeiro de panela para ser companhia em uma maratona de séries. Olha só essa receita imperdível para vocês.

Ingredientes:

1 Colher de sopa de manteiga ou margarina
1 Lata de leite condensado
4 Colheres de sopa de chocolate em pó
1 Pacote de chocolate granulado