quarta-feira, 20 de junho de 2018

PH Também Fala "Oxente"





Semana passada falei um pouco sobre o reencontro com a cidade natal do meu pai e com a antiga casa dos meus avós no exato dia do meu aniversário. Nesses dois últimos anos tive a oportunidade de rever parte das minhas raízes paternas que andavam esquecidas: além da viagem de agora, ano passado revi parte dos meus primos e um tio com quem não estava desde muito pequeno. Dessa vez, estive novamente com a minha tia mais nova e minhas primas que ainda moram em Mogeiro (PB), e também com meus primos que moram em Olinda (PE).

Durante muitos anos, sempre fui mais apegado à minha família materna (com exceções, claro... Há tios e primos por parte de pai de quem sou muito próximo). Mas a referência mais próxima da minha avó e do meu avô, meus primos com quem fui criado junto na infância e adolescência sempre foram pelos laços maternos. O sobrenome que escolhi usar profissionalmente (Brazão) herdei da minha mãe e não do meu pai (Sobral). E me lembro que isso foi a guinada em um determinado momento da minha adolescência. Até então, eu assinava tudo como Sobral (inclusive minha assinatura na carteira de identidade tem apenas o Sobral por extenso).

terça-feira, 19 de junho de 2018

Sê Grato!



Gratidão
substantivo feminino
1. qualidade de quem é grato.
2. reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.; agradecimento.

Apesar da descrição acima, extraída do dicionário, penso que achar como gratidão apenas o ato de retribuir atitudes ou situações agradáveis que outras pessoas geraram em nossa vida é uma forma de pensar muito limitada. Isso porque ser grato talvez seja um estado de espírito e não deveria fazer referência somente aos fatos positivos, mas a tudo que está presente em nossa vida.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Ménage à Trois: Cabem Três Em Uma Só Cama?





Mesa de bar, cervejas, riso e aquela conversa descompromissada e sem pé nem cabeça, que não se sabe como um assunto acaba puxando outro ou que motivou o rumo da conversa. E assim, entre uma história e outra, o assunto: sexo a três. Faria? Já fez? Curtiu? Porque é meio que inevitável não acabar pensando ou falando sobre o assunto, já que ele traz consigo toda uma aura de curiosidade e mistério.

Pergunto: existe assunto que gere mais interesse que ménage à trois ou, em bom português, sexo a três? Digo mais: esse é o sonho da maioria dos homens hétero, claro, com o terceiro vértice do triângulo sendo outra mulher. Que homem não adoraria se sentir um garanhão na hora H, tendo duas mulheres para se divertir? 

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Se Estamos Presos ao Modelo, Somos Parte Dele




Certamente não sou só eu que tenho a impressão de que o Brasil desce ladeira abaixo. Nem gosto muito de comentar sobre assuntos políticos, pois quando começo a falar acabo sendo muito incisivo e muitos confundem os meus argumentos com o discurso de estar defendendo X ou Y ou a velha babaquice de estar do lado dos coxinhas ou mortadelas. Então, para evitar o desgaste, evito começar o embate e prefiro ficar somente na aura simbólica, pois assim, só os fortes entenderão.

Mas em algumas situações, é inevitável que saiamos da linguagem metafórica e tentemos ser mais didáticos para que o povo possa compreender certas coisas. Como muitos sabem, já estou há muito tempo trabalhando como jornalista dentro da área de saúde. E lá se foram uns 15 anos vivenciando os absurdos de gestões governamentais que, a cada ano que passa, só deterioram ainda mais as unidades de saúde pública.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Stalker, de Tarryn Fisher




Se existe algo que arruina a vida de qualquer leitor, com toda certeza ela se chama ressaca literária. Acaba acontecendo sempre quando se enfrenta um livro que é longo demais ou tedioso. Acredito que ainda estou com alguns desses vestígios desde que finalizei Piano Vermelho, de Josh Malerman, autor do viciante e mega recomendado Caixa de Pássaros, mas que não repetiu sua boa performance nesse segundo livro. Que, sério, fuja o quanto for possível. 

Tudo bem que consegui ler uma segunda obra este ano, mas FlashForward foi um daqueles livros que eu olhei para ele e ele me olhou e rendeu uma boa leitura. Depois me aventurei com um bom HQ e mais nada. NADA! Isso até receber a segunda caixa da TAG Inéditos com o livro Stalker, da Tattyn Fisher. O livro apresenta elementos que me cativam. É de mistério e possui uma personagem que é completamente desequilibrada. Quando dei uma leve folheada, percebi que a escrita da autora é das mais interessantes, assim como o enredo que ela montou. O resultado? Viciado em cada página dessa história intrigante. 

quarta-feira, 13 de junho de 2018

O Aniversário e o Reencontro




Essa semana é aquela em que eu comemoro o meu aniversário e o Dia dos Namorados. Com a diferença de que, pela primeira vez, resolvi pegar férias nesse período e viajar. Escolher um lugar para ir em junho no Brasil tem que se pensar bem no tipo de turismo que se quer... No meu caso, queria voltar a aproveitar um pouco de praia e sol e conhecer algum lugar novo. Foi quando tive o estalo de ir para a Paraíba.

A Paraíba não era exatamente uma novidade completa para mim, embora recheada de experiências novas. Meu pai é nascido no Estado, mais precisamente em Mogeiro, na entrada do Agreste, entre João Pessoa e Campina Grande. Mas a última vez que estive nessas bandas foi há 27 anos e lembrava de coisas muito pontuais, além de nunca ter ido à capital. 

terça-feira, 12 de junho de 2018

É Dia dos Namorados...




Casais casados comemoram o dia dos namorados? Essa pergunta me fez pensar que namorar, na verdade, é um estado de espírito. Você pode estar casado, mas quem faz o casamento ser um eterno namoro é você. Namorar, sendo bem piegas, é olhar com olhos como “cachorrinho sem dono” pedindo colo. É fazer vozinha de neném para ser carinhoso. É ser ridiculamente meloso e conscientemente sedutor. Transformar seu casamento em namoro é bom, e também porque envolve carinho e cumplicidade sem a pesada responsabilidade dos casais casados. 

Só no Dia dos Namorados se curte de verdade poesia, chocolate e bichinho de pelúcia (que pode ser substituído por uma almofada, se agarrada com essa intenção...rs). Nos outros dias, nenhuma música romântica é tão bem-vinda. Se a gente olhar direitinho, acho que nem os passarinhos cantam com tanta alegria. E então, por que não fazer que todos os dias sejam assim?