quinta-feira, 19 de abril de 2018

Viva: A Vida é Uma Festa - Assistam!




Fazia tempo que não assistia uma animação. Mas dei uma chance para Viva: A Vida é Uma Festa (Coco, no original). Pode ter sido culpa do domingo nublado ou do dia ter sido, em boa parte, bem tedioso. O que importa é que resolvi comprovar os inúmeros elogios sobre o filme que ouvia por onde passava. Sempre tinha alguém falando que era maravilhoso e do tipo que te deixa fascinado. Curioso que sou, resolvi comprovar. 

O enredo, aparentemente, não tinha nada de inovador. A história é a seguinte: Amália Rivera se apaixonou por um músico e casou-se com ele. Logo depois eles tiveram uma filha: Ines. Mas as duas foram abandonadas por esse homem, já que ele decidiu dedicar-se só a música e foi embora para nunca mais voltar... Amália, por sua vez, decidiu focar em sobreviver e criou uma empresa de calçados. Tudo começou de forma bem simples, mas transformou-se, ao passar dos anos, na tradição da família Rivera: fazer sapatos. 

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Antes Tarde do Que Nunca




Não é nenhuma novidade que eu demorei para ter Netflix em casa. Já falei do tema até aqui mesmo no Barba Feita, explicando que serviços como esse, Spotify e apps como Twitter e Snapchat não tem a minha adesão. Embora trabalhe com isso e, claro, se houver necessidade estamos aí pra fazer... 

Mas entrei de vez no mundo Netflix no finzinho do ano passado. Sempre temi ter o serviço por ser mais algo a acabar com a minha já parca vida social... Tenho pouco tempo livre para estar em casa com quem amo, às vezes, até escrever para o Barba Feita é algo que é difícil de encontrar um tempo... Como incluir algo viciante na rotina? 

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Exorcismos e Demônios: Um Terror Bobinho e Esquecível




Desde o sucesso de Invocação do Mal e todas as suas sequências e derivados, os filmes de terror com um tom sobrenatural vem conquistando plateias que não se cansam de tomar sustos no escurinho do cinema. O que não é nenhuma novidade, já que o gênero mantém-se relevante desde que o cinema é cinema, com uma ou outra invenção e fases mais ou menos inspiradas. E, verdade seja dita, raramente surgem obras como Corra! ou Um Lugar Silencioso por aí, que seduzem público e crítica de maneira mais abrangente.

E Exorcismos e Demônios (The Crucifixion, no original), que estreia nessa quinta, 19/04/2018, nos cinemas brasileiros é mais uma história escapista, que se vende como baseado em eventos reais, mas que é, vejam só, até que bastante divertido para um filme bobinho e esquecível.

sábado, 14 de abril de 2018

Para Não Dizer Que Não Falei de Abraços





No nosso atual momento de debates acalorados, de falta de empatia, de ódio sendo espalhado pelas redes sociais, eu, que normalmente estou sempre no olho do furacão, venho falar de abraços. Logo eu, que não consigo ficar calada, que estou sempre em uma polêmica (e, em minha defesa, preciso deixar claro que a polêmica que me persegue), vim falar de abraços. Esses, que a gente ganha o nosso primeiro assim que nasce.

Perceba que nem falei em amor, falei "apenas" em abraços. Agora, repare que apenas está escrito entre aspas. Porque em meio a tanto caos da nossa vida cotidiana, estamos perdendo velhos hábitos, esquecendo alguns valores e depois não sabemos porque a vida era melhor para nossos avós, mesmo quando os tempos eram mais difíceis.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

E Por Falar Em Saudade...





Me tornei jornalista em 1999, ano em que a tão apocalíptica canção de Prince não saía de minha cabeça: "o céu estava todo púrpura e pessoas corriam por todos os lados tentando fugir da destruição... eu nem liguei (...) 2000, fim de festa, tempo esgotado! Por isso vou festejar como se fosse 1999”. Óbvio que todo aquele climão de “final contdown” tomou conta de toda a população mundial com o medo do que estava por vir.

Naquele mesmo ano ainda teve o temor do bug do milênio, com a corrida para corrigir e atualizar os sistemas operacionais antes que os primeiros fogos implodissem na hora da virada. Na época, eu estava terminando o meu estágio de jornalismo na área de comunicação do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro e eu acreditava que a mudança de 99 para 00 poderia ocasionar uma pane generalizada no sistema aeroviário deixando os controladores de tráfego completamente perdidos, assim como o sistema bancário, que entenderia a mudança na data para um retorno ao ano 1900, fazendo com que os clientes com aplicações financeiras se tornassem devedores e que os boletos com vencimento em janeiro pudessem ser emitidos com o atraso de um século.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Vício: De Férias Com O Ex




Tem mais ou menos um mês que assisti meio que sem querer um episódio de De Férias Com o Ex. Estava mudando de canal e acabei dando uma paradinha na MTV.  E minha vida mudou! Fiquei hipnotizado por um barraco acontecendo na beira da piscina. Era piranha de um lado. Safada do outro. E muita gente torcendo pelo pior acontecer no meio. 

Se você nunca deu oportunidade para essa experiência antropológica ou nem tinha ideia que esse programa existia, meu querido, por favor, assista agora. Para vocês saberem, De Férias Com o Ex é um formato inglês chamado Ex On The Beach. A dinâmica é simples: reunir alguns solteirões em uma casa e, aos poucos, os ex-namorados e namoradas desses "solteiros" irem chegando para colocar tudo em pratos limpos... Afinal, se ex bom é ex morto, imagina conviver com ele(a) e quem ele(a) está pegando em uma casa paradisíaca? Irresistível, não é mesmo?

segunda-feira, 9 de abril de 2018

La Dolce Far Niente





La dolce far niente é uma expressão italiana usada para descrever o ideal da ociosidade despreocupada. É o permitir-se relaxar sem maiores preocupações, curtir o momento sem calcular o depois, viver a preguiça sem culpa. É o procrastinar feliz.

Em tempos de vida acelerada, de afazeres mil e de obrigações que nos afogam, pensar em fazer nada pode ser até uma afronta. Afinal, a vida não pára para que você descanse, recarregue as baterias e esteja pronto para o que vem pela frente. Mas, o nosso problema é exatamente esse: deixar que a vida nos atropele, perdendo qualidade e entrando em uma rotina viciada que em algum momento fomos ensinados que era o aceitável. Pois não, não é.